Felipe Tazzo

Felipe Tazzo

Produtor Executivo

Boas! Eu sou o Felipe.

Eu já fui publicitário, mas isso faz tempo. Deixei de ser publicitário para virar consultor de marketing. Depois eu deixei de ser consultor de marketing para ser o pior funcionário que a IBM já teve. Aí eu deixei de ser o pior funcionário da IBM para me tornar produtor e depois produtor executivo. Aí tudo se encaixou.

Sou produtor de todos os tipos de evento, porém minha maior competência era na área de leis de incentivo. Agora que eu passei 10 anos carregando caixas de som, lendo textos de leis e editais (e é chato, hein?) e preenchendo planilhas de excel com orçamento super complicados, achei que estava na hora de dividir com o mundo o que eu aprendi.

Estamos tentando manter o foco na solução e não no problema.

No Brasil, a qualidade da educação é aquela coisa; os espaços e toda a estrutura dedicada às artes alterna entre suntuosa (e totalmente exclusivista) de um lado e despencando e mofada do outro; a divulgação nos órgãos de imprensa é tão tímida que dá até raiva; a crítica especializada está sem voz; o público sumiu; os poucos multiplicadores de cultura (editoras, produtoras, agentes, gravadoras, teatros, galerias, etc) estão fazendo qualquer coisa para obter lucro.

Sim, sim, sim, todos esses clichês são todos verdadeiros. Mas eles não podem impedir que o artista faça um bom trabalho. Não é porque estamos largando na última posição do grid com os pneus furados, pingando óleo, debaixo de chuva e carregando uma bigorna no porta malas que vamos deixar desistir de correr, não é?

Ou você já está pensando em jogar tudo para cima?

Calma, vai ficar tudo bem. Se você quer prosseguir na batalha, você veio ao lugar certo.

Este site é uma coletânea de textos, vídeos, recomendações, dicas, cursos, resenhas, broncas, aulas dedos na ferida e tudo o mais que você precisa para viver do que ama. É um espaço aberto para discussões livres que possam fornecer às artes (todas) as ferramentas que permitam entrar na briga com alguma esperança de encontrar público, garantir bilheterias, vendas, etc.

As ferramentas sempre existiram. Mas antes elas estavam nas mãos dos editores, galerias, produtores. Hoje elas estão todas aqui.

Se viver de arte no Brasil é um problema, porque dar tanta atenção ao problema? Vamos dar atenção às soluções.

Quer conversar melhor? Quer saber mais?

falecom @ felipetazzo.com.br ou clique nesses caras aqui: